O aumento do zero açúcar, o aumento de novos problemas
Os consumidores querem bebidas com sabor agradável e que os ajudem a reduzir o consumo de açúcar.
A mudança para adoçantes de alta intensidade, como estévia, sucralose, aspartame e Ace-K, traz desafios que as equipas de P&D conhecem muito bem.
Questões de gosto
Os adoçantes de alta intensidade muitas vezes introduzem notas amargas – ou metálicas –, uma curva de doçura lenta e desequilibrada ou perda de paladar.
Esses efeitos intensificam-se em ambientes carbonatados e ácidos e podem piorar ao longo do prazo de validade.
Problemas de carbonatação
A carbonatação interage com os adoçantes de formas indesejáveis. Adicionar CO2 destaca o amargor, o gás desaparece muito rapidamente e os consumidores descrevem as bebidas como «sem gás» ou «químicas» no final do consumo. O peso reduzido do PET torna a retenção da carbonatação ainda mais difícil.
Esses desafios aumentam a complexidade, o custo e o risco para as equipas de formulação, muitas vezes prolongando os prazos de P&D e limitando a inovação.
Problemas de produção
Durante o enchimento, alguns sistemas de adoçantes, especialmente a estévia, criam espuma problemática para bebidas carbonatadas. Isso leva a velocidades de linha mais lentas, enchimentos inconsistentes e mais reinícios.
Isso não só afeta a produção de bebidas, como também pode prejudicar o processo de servir.
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